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Futuro da água depende de diversificação de fontes e da redução de perdas

Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Em tempos de eventos extremos e de aumento da demanda por água, a escassez hídrica se tornou um tema essencial para qualquer cidade. Nesse cenário, ampliar a diversificação de fontes de água e incentivar o uso de novas tecnologias para melhorar o sistema e reduzir perdas fazem parte da agenda para a segurança hídrica.

Essa foi a opinião levantada por pesquisadores participantes do evento “O Futuro da Água”, realizado em 12 de março pela FAPESP com o Instituto do Legislativo Paulista (ILP), o quarto do Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação, do qual participaram a deputada Célia Leão, Vinicius Schurgelies, diretor-presidente do ILP, e Carlos Américo Pachedo, presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP. "A gente nunca lembra da água, só quando chove muito ou quando abre uma torneira e não tem água. De qualquer forma, água é um tema absolutamente necessário e é preciso ter um olhar severo nessa questão", disse a deputada Célia Leão.

Na avaliação de José Carlos Mierzwa, diretor técnico do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água (Cirra) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), “quando pensamos em gestão de recursos hídricos em regiões metropolitanas, todas as opções de abastecimento precisam ser consideradas, inclusive o reúso”.

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